Se prepare, pois será um post desabafo. Cansei, já chega, não agüento mais esses torcedores chatos, pra não falar coisa pior, que vêem defeito em tudo. Pra vocês, palmeirenses que vivem de “Chico”, que só sabem reclamar, escuta essa aqui: LÍDER, PORRA! São 13 rodadas, falaram que o tão do Gayson ia roubar nossa liderança, nós fomos a Minas, vencemos, e hoje mesmo com o time estafado e desfalcado, voltamos a marcar os três pontos. Dependendo da conclusão da rodada, poderemos abrir 7 pontos de vantagem para o segundo colocado. O que você quer mais? sábado, 26 de setembro de 2009
LÍDER VENCE DE NOVO E TEM GENTE QUE AINDA RECLAMA
Se prepare, pois será um post desabafo. Cansei, já chega, não agüento mais esses torcedores chatos, pra não falar coisa pior, que vêem defeito em tudo. Pra vocês, palmeirenses que vivem de “Chico”, que só sabem reclamar, escuta essa aqui: LÍDER, PORRA! São 13 rodadas, falaram que o tão do Gayson ia roubar nossa liderança, nós fomos a Minas, vencemos, e hoje mesmo com o time estafado e desfalcado, voltamos a marcar os três pontos. Dependendo da conclusão da rodada, poderemos abrir 7 pontos de vantagem para o segundo colocado. O que você quer mais? quinta-feira, 24 de setembro de 2009
VERDÃO VENCE MARIAS COM SORTE DE CAMPEÃO E ABRE NA LIDERANÇA
Clima de decisão no Mineirão. E climão também pro lado do nosso Gladiador, provisoriamente deles. Do ladinho da TV, nos secando, bambis, “coloridas” e afins. E mais 15 milhões querendo vencer, de novo, nosso novo freguês de azul. As dificuldades aumentaram ainda mais na entrada de campo. Edmilson, com uma pequena lesão de última hora, foi cortado e Jumar entrou na equipe titular. E mais um revés aos 8 minutos. Bobeira de Marcão e Tiago Ribeiro recebeu livre na frente de Marcos pra finalizar e marcar.
Nem deu tempo para proferir todos os palavrões possíveis que Marcão merecia ouvir e Vagner Love sofreu falta. Era de longe? Era, mas Diego Souza não estava nem aí. Meteu o canudo na bola que pegou um efeito incrível, e Fabio ainda deu uma forcinha daquelas. Gol de empate pra calar as Marias. Depois disso, o coração do palmeirense sofreu, e como, com ataques sucessivos e minutos intermináveis. Eles pressionaram, nós nos defendemos e o primeiro tempo acabou empatado.
Mais emoção na segunda etapa. Muricy bem que viu as falhas na defesa e resolveu mudar. Robert saiu para entrada de Maurício Nascimento. Mais consistência defensiva e um plano bem claro pra seguir: pegar o Cruzeiro no contra-ataque. E não deu outra. Bola roubada na defesa e Cleiton Xavier, mais uma vez primoroso nas assistências, deu um lindo passe para Vagner Love. O artilheiro do amor disparou entre dois zagueiros, driblou o goleiro e virou a partida. Mas nada de sossego. Logo depois Armero recebeu o segundo amarelo e foi expulso. Se você acha que tínhamos sofrido o suficiente até ali, se enganou. Sofrimento é o que veio a partir de então.
Bola pela esquerda, pela direita, pelo meio, na área, de fora, por cima, rasteira, com desvio, com rebote, tudo quanto é jogada possível nós sofremos. Um bombardeio. Parecia mais os céus londrinos durante a Segunda Guerra Mundial. E a Luftwaffe cruzeirense fez uma vítima. Wendel recebeu uma cotovelada de Kléber, ê Kléber, e saiu de campo com suspeita de fratura na mandíbula. Mas só pra constar, dessa vez o Gladiador deu sem querer mesmo. Se fosse por querer, Wendel já não tinha cabeça pro pescoço sustentar. No lugar do camisa 17 entrou Figueroa. Sim, ele existe! E entrou muito bem, diga-se de passagem.
A hora não passava e a bola, maldita bola, não saía daqueles 55m, que mais pareciam ter encolhido pra 10m. Contra a hora, contra a bola, contra a chuva que despencou do céu mineiro, contra o agouro alheio, nós vencemos. O juiz ergueu o braço e tirou um peso que parecia de toneladas de nossas costas. Foi uma final. O jogo mais importante até agora na caminhada para o penta, que nos deu uma pequena, mas importantíssima, folga na liderança, que nos deu um moral enorme para as próximas 13 batalhas. Vá curtir o sono dos justos, palmeirense, e sorria como um sortudo que é! Campeão também tem sorte e parece que ela já escolheu do lado de quem irá ficar.
Créditos da foto: Gil Leonardi/Lance Press.
domingo, 13 de setembro de 2009
PALMEIRAS JOGA MAL, PERDE PARA O VITÓRIA E SE NÃO FOSSE O CRUZEIRO...
Hoje realmente não foi nosso dia. Nada que possa ser jogado na conta do azar ou da sorte, mas sim da incompetência. Perdeu porque mereceu perder. Perdeu porque jogou para perder. E mais fato ainda, é líder porque o Internacional tem uma mula no banco de reservas e porque o Cruzeiro, que será uma pedreira na próxima rodada, tem um time que se equipara com os líderes.
O campo do Barradão, como já de conhecimento geral, é uma porcaria. A bola rasteira não rola, apenas quica. E o futebol seguiu o exemplo do gramado. O Palmeiras até começou melhor, tentou pressionar, mas a burrice assola alguns jogadores nossos. Ramon em campo, um velho sem condições físicas que sempre, mesmo quando novo, só teve como qualidade ser ótimo na bola parada. E o que fizemos? Faltas, faltas e mais faltas para o “craque-showbol” do Vitória bater. E por falar em cagada, hoje o nosso Santo estava "inspirado". E foi assim, cobrança de falta de Ramon e Marcos, ô Marcos (!), socou a bola pra baixo, dentro na área e o pior, na cabeça do jogador baiano.
Mesmo assim ainda chegamos ao empate. Primeiro Obina, sentindo o tornozelo foi substituído por Robert e o camisa 20 marcou o primeiro dele com a camisa do Palmeiras, em grande jogada de Armero. Primeiro tempo terminou assim, com ou sem méritos, foi o melhor possível pela bolinha que apresentamos nos primeiros 45 minutos, nada que justifique futebol de líder.
Na volta do intervalo voltamos melhores, pressionamos. Isso não é sinônimo de gol. Mas besteiras da zaga visitante é. Pronto, era melhor, merecia até o segundo gol, teve um pênalti não assinalado para o Vitória e... Gol. Deles, é claro. Mais uma pane da zaga, que perdeu Maurício Nascimento contundido. E então fomos em busca do empate. Falta na entrada área, bate-rebate, a bola sobra para Vagner Love, ele perde a jogada, o Vitória acelera no contra-ataque, Sandro Silva vira uma ameba ao invés de jogador e os baianos marcam o terceiro.
Ainda fomos buscar o resultado. Ortigoza que entrou no lugar de Wendel, péssimo mais uma vez, fez um belo cruzamento na cabeça de Robert, artilheiro da nossa tarde infeliz. Tentamos o empate de novo, mas não deu. Uma derrota merecida porque Cleiton Xavier não jogou nada, porque a zaga só bateu cabeça, porque Edmilson dormiu em campo, porque São Marcos foi humano demais, porque não soubemos nos recuperar dos desfalques, porque Vagner Love foi só mais um Vagner qualquer, etc. Motivos não faltam para a derrota, assim como também não faltam para a liderança continuar em nossas mãos. Mas se quiser continuar na ponta precisa tomar um choque, acordar, jogar futebol de campeão. Bola nós temos pra isso, precisa ter consciência também.
Créditos da foto: Uol Esportes.
domingo, 6 de setembro de 2009
LOVE MARCA NA ESTRÉIA E PALMEIRAS SEGUE NA LIDERANÇA
domingo, 30 de agosto de 2009
CHOQUE-REI FICA NO ZERO E VERDÃO MANTÉM DISTÂNCIA DAS MENINAS
Quase 40 mil pessoas viram o clássico no Morumbi, sendo que a grande maioria são-paulina, por conta da cota de ingressos para o time visitante. Ainda assim fizemos barulho diante das histéricas. Em campo, Cleiton Xavier foi a atração. O meia era dúvida e alguns davam como nula sua chance de participação na partida. O mistério acabou com a divulgação das escalações, com o Verdão no 4-4-2. Já fora das quatro linhas o grande destaque foi Vagner Love, nosso ex e atual camisa 9, que chegou hoje em São Paulo com as trancinhas já devidamente verdes e foi para o Morumbi acompanhar o clássico.
Um primeiro tempo morno, com mais trabalho para Marcos, em compensação muito equilíbrio entre as ações ofensivas das duas equipes. Armero perdeu um gol logo no início e perto do apito final Diego Souza, mais uma vez fominha, desperdiçou a melhor chance. A baixa no Palmeiras foi defensiva, não por falha ou situação de jogo, e sim por contusão. O zagueiro Maurício Ramos, que voltava hoje de suspensão, sentiu uma lesão na virilha e precisou ser substituído por Marcão ainda no primeiro tempo.
No intervalo, Muricy aproveitou para mexer na equipe. Ortigoza saiu e Souza entrou. Com isso Diego ficou mais adiantado e Cleiton Xavier chamou o jogo para si. Mas foi por pouco tempo. O camisa 10, ainda sentindo o tornozelo, foi substituído praticamente na metade da etapa final por Deyvid Sacconi. O São Paulo teve um número menor de chances claras de gol do que no primeiro tempo. Nós também, exceto por Pablo Armero, atrapalhado algumas vezes, mas foi o jogador mais agudo na partida.
O Verdão agora joga em casa contra o Barueri no sábado, às 18h30, jogo que deverá ter como principal atração a estréia, ou reestréia, de Vagner Love com a nossa camisa 9. O atacante, que foi vendido para o CSKA Moscou em 2004, retorna ao futebol brasileiro e será apresentado amanhã, segunda-feira, ao meio-dia. Já a bicharada sai para pegar o Cruzeiro, que pode ainda perder nosso Gladiador para o futebol europeu neste último dia de janela. E é isso aí, liderança garantida e o Jason, que não passa de Jéssica, ficou só no cinema mesmo.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
95 ANOS DO ALVIVERDE IMPONENTE
Há certas datas que jamais podem ser esquecidas, e são exatamente nelas que ocorrem o maior número de repetições e clichês. É inevitável. Não há muito mais o que se falar de 95 anos de um time/instituição como o Palmeiras que alguém já não tenha dito. Pode ser clichê, pode ser repetitivo, mas continua sendo digno de orgulho e lágrimas.
São 95 anos com um número invejável de títulos dentre eles os mais importantes, como a Copa Rio de 51, os Brasileirões de 72/73/93/94, a Copa do Brasil de 98, os Robertões de 67 e 69, as Taças Brasil de 60 e 67 e a Libertadores de 99. Foram 5.295 jogos, 2.851 vitórias, 1.300 empates, 1.144 derrotas, 10.411 gols marcados e 5.988 sofridos. Ademir da Guia, o Divino, foi o jogador que mais vestiu a camisa do Palmeiras, por 901 vezes. Heitor foi quem mais balançou as redes, 202 vezes.
O mesmo Palestra Itália que nasceu em 26 de agosto de 1914, “morreu” em 20 de setembro de 1942. Na verdade o Palestra não morreu, foi o Palmeiras quem nasceu nesta data. E nasceu conquistando um título em cima de nosso maior inimigo, o São Paulo. Depois de tantas conquistas, o Palestra-Palmeiras passou a ser conhecido com o Campeão do Século XX. Nem as intermináveis e dolorosas filas nos afastaram da glória dos títulos, que voltam a fazer parte da nossa galeria.
E agora, 95 anos depois, 1.140 meses, 34.699 dias, mais de 15.000.000 de torcedores, a Sociedade Esportiva Palmeiras recebe em nome de toda a equipe do Passione Verde não os parabéns pela data e sim um muito obrigado por existir! E em homenagem a esta data mais do que especial o Passione Verde apresenta depoimentos sobre o significado do Palmeiras para o torcedor. Confira isso e muito mais neste endereço: http://palmeiras95anos.
Parabéns Verdão, parabéns palmeirense, comemore! Pinte o Brasil em verde e branco e participe da Tsunami Verde 2009!
sábado, 22 de agosto de 2009
VERDÃO “AZULÃO” VOLTA A VENCER E SEGUE NA PONTA
Um Palmeiras diferente, na postura e na camisa. Uma linda novidade estampou o peito palmeirense. A terceira camisa, em comemoração aos 95 anos de história do clube, já extrapolou nas vendas e caiu no gosto, e bom gosto, do torcedor. Hoje as arquibancadas já tinham uma coloração diferente. Além dos habituais verde e branco, e também do verde-limão que virou marca registrada, o azul se espalhou por cada metro do Jardim Suspenso. Com a novidade no peito, o Verdão à la azzura entrou em campo determinado a vencer um dos jogos mais importantes do campeonato. Se não foi um primor de futebol, pelo menos a vitória e a qualidade voltaram.Dia 26 de agosto de 2009, o Palestra-Palmeiras completará 95 anos de glórias. Para coroar a data nada como uma vitória em cima de um candidato direto ao título, o Internacional. Para receber o líder, cambaleando há 4 rodas, mas ainda na ponta, um Palestra Itália lotado. A torcida deu show, mais uma vez, com seus mosaicos e as faixas em verde, branco e vermelho, além de apoiar e cantar os 90 minutos. No gramado o time correspondeu. Precisou, marcou a saída de bola, mas teve uma baixa considerável. Cleiton Xavier torceu o tornozelo em lance isolado e precisou ser substituído por Sacconi, que entrou bem no jogo.
O ritmo não caiu com a saída de Cleiton Xavier e Diego Souza voltou a jogar muita bola. O primeiro gol saiu em jogada individual de Diego, que arrancou do meio campo driblando os colorados e só foi parado a base de falta. E como foi na área, pênalti que Obina bateu com calma no canto oposto do goleiro, abrindo o placar. O Inter até teve mais posse de bola, mas praticamente não finalizou a gol na primeira etapa.
O segundo tempo começou com as duas equipes da mesma maneira, a diferença é que o Verdão desbancou os colorados logo nos dois primeiros minutos. Mais uma vez Diego Souza em jogada individual, depois de se livrar da marcação o camisa 7 chutou, a bola desviou na bunda de Sorondo e sobrou para Ortigoza ampliar o placar. Pablo Armero ainda perdeu uma grande oportunidade e chutou em cima do goleiro, depois de um belo contra-ataque. O Inter diminuiu aos 41 com Giuliano e, diga-se de passagem, foi um golaço.
Finalmente voltamos a vencer! Uma bela partida dos “Souzas”. O camisa 7 foi decisivo nos gols, já o ruivo marcou e foi muito bem para o jogo. Liderança e melhor aproveitamento assegurados, agora vêm o São Paulo. Jason pra uns, Gayson pra outros, eu não tenho medo de time que precisa de arbitragem pra vencer quase sempre, e quão menos pela equipe mais gay do futebol mundial. Pode vir Jason, pode vir bambi, que o Palmeiras tem tudo pra vencer. Vem bicharada, vem que eu to esperando!
Créditos da foto: Terra.
sábado, 15 de agosto de 2009
DISPLICENTE, PALMEIRAS ABUSA DE ERROS DE PASSE E EMPATA A TERCEIRA SEGUIDA

Um Palestra Itália lotado, lindo, em verde, branco e vermelho, para receber o Palmeiras, 1º colocado, jogando contra o 15º, Botafogo. Festa nas arquibancadas. Mas só lá. Em campo foi um pavor. Desde o início uma sequência grotesca de passes errados. Não há time no mundo, por melhor que seja, que consiga desenvolver um futebol decente errando passe de 2m, cabeçadas, matadas de bola, etc. De tanto pedir, tomou. Bola parada, a única jogada de um time fraco como o Botafogo, e a todo o momento demos chances para eles lançarem a bola na área. Maurício Ramos cortou errado e André Lima marcou.
E aí o Palmeiras resolveu jogar um pouco. Não que tenha parado de cometer erros absurdos, mas cresceu o suficiente para chegar ao gol do fraquinho goleiro Flávio. Sem inspiração o jeito também era tentar na bola parada, para isso temos Cleiton Xavier, que mesmo num dia pouco inspirado mantém o pé calibrado. O camisa 10 bateu falta e Danilo escorou de cabeça em saída errada do arqueiro carioca. Foi o primeiro gol do zagueirão com a camisa do Palmeiras. O empate àquela altura poderia significar virada ainda no primeiro tempo. Negativo.
O segundo tempo começou com as equipes da mesma forma, inclusive na displicência palestrina. Se não fosse Marcos, de novo ele (amém), o Botafogo teria marcado o segundo gol. Graças ao nosso santo goleiro pudemos nos concentrar em torcer para o ataque corresponder. Aí começam as bizarrices. Primeiro em arrancada espetacular de Armero, que cruzou direitinho para Pierre que tinha Ortigoza livre em sua frente, mas o camisa 5, que infelizmente também fez péssima partida, cabeceou errado para Ortigol, erro primário, e matou a excelente jogada. Em sequência veio o mais absurdo. Souza roubou a bola de Jonatas no meio, Diego Souza partiu em disparada para o ataque, absolutamente livre e ainda com Ortigoza do seu lado. Era ele, o camisa 30 e o goleiro, que nem saiu do gol, e Diego fez uma cagada homérica. Praticamente recuou a bola. Era a bola do jogo.
O Palmeiras ainda teve um gol eminente atrapalhado pela arbitragem. Cleiton Xavier recebeu em posição completamente legal e passou para Robert que faria o seu primeiro gol com nossa camisa. O bandeira, que estava na linha da jogada, assinalou impedimento e prejudicou e muito o Verdão. Depois disso ainda tentamos, com bolas alçadas na área, mas não deu. Terceiro empate seguido. Entramos numa zona de conforto e de repente já não estamos tão confortáveis assim. Se não jogar bola, se entrar em campo pra brincar, não ganha o Brasileirão. O Inter e o São Paulo estão chegando, Atlético e Goiás continuam na cola, tudo porque demos chances.
Ter uma sequência de resultamos ruins num campeonato longo como esse é natural, todos irão passar por isso. Mas só o campeão sai o mais depressa possível dessa situação. Agora é buscar fora o que perdeu em casa, contra o desesperado Coritiba. E sobre as más atuações, dentre elas de Diego e Pierre, acontece, infelizmente acontece com o jogador, e o time paga por isso. Mas de que adianta crucificar quem colocou o Verdão aí, na ponta da tabela, como grande favorito ao título? Abre o olho Palmeiras, e o mesmo digo pra torcida, não essa que foi no estádio e fez uma linda festa, e sim essa que ficou em casa falando besteira! Eu sou Palmeiras e vou ser penta em 2009, e você?
Créditos da foto: Terra.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
DECISÃO DO PRIMEIRO TURNO PARA EM BELTRAMI E MARCOS
Jogo tenso, digno de decisão. A fórmula dos pontos corridos, que pra muitos perde em emoção, ganha pequenas finais durante o decorrer do campeonato. Hoje foi a “decisão” do primeiro turno. Atlético Mineiro VS Palmeiras, Mineirão lotado, e foi um espetáculo, se não de técnica, de dedicação e força. Saímos de campo com a cabeça erguida, jogamos melhor, mas ainda assim eles desperdiçaram um pênalti, o único bem marcado dos vários que a partida teve. Marcos provou, mesmo sem precisar, que não carrega o “São” antes do nome à toa. Falhou, mas pegou um pênalti, com paradinha e tudo. Quanta emoção pra uma noite só!Mais de 50 mil pessoas foram ao Mineirão acompanhar a grande partida da primeira metade do Brasileirão. De um lado o Atlético-MG, desfalcado de seu principal jogador, Diego Tardelli, que estava servindo a seleção brasileira lá na Estônia, naquele jogo horrível desta tarde (horário de Brasília). Do outro o Palmeiras, com um desfalque de última hora: o matador de gambás Obina, que sentiu uma lesão no tornozelo e foi vetado pouco antes da partida. No seu lugar, Ortigoza deu conta do recado.
O jogo começou com o Palmeiras melhor, tocando a bola e chegando mais a frente, mais numa falha de Marcão e depois de Marcos, Éder Luís chutou cruzado e abriu o placar logo aos 5 minutos. A torcida mineira tentou incendiar o time, mas o Palmeiras, muito maduro, não se deixou abalar pelo placar adverso e pela pressão das arquibancadas. Pressionou tanto que mereceu o gol que fez mais do que ninguém. Diego Souza, mais uma vez, fez bela jogada individual e tocou por cobertura para Ortigoza, muito bem posicionado, cabecear e empatar a partida. Ainda no primeiro tempo um pênalti escandaloso em Sandro Silva do goleiro Bruno, que juiz e comentaristas Rede Globo, resolveram fazer vistas grossas.
O segundo tempo começou como havia acabo o primeiro, o Palmeiras melhor, o Atlético perigoso. Lá no nosso ataque mais um pênalti, mão na bola em cobrança de tiro-livre indireto. E no deles... Wendel, muito infantilmente, fez falta dentro da área. Pênalti que Renan Oliveira se incumbiu de bater. Na frente dele “O cara”, mesmo tendo falhando, virou um gigante e amoleceu as pernas do menino, que deu paradinha, mas nada adiantou. O Santo não foi na dele e pegou o pênalti para apagar a falha no primeiro tempo e consagrar a bela marca de 450 jogos com nossa gloriosa camisa.
Enquanto o Atlético parava em Marcos, Diego Souza e Cleiton Xavier paravam no azar. Primeiro Cleiton, por duas vezes o camisa 10 ficou com o gol escancarado a sua frente. Na primeira chutou no goleiro, na segunda a bola passou por cima do gol. Diego parou na trave na primeira tentativa e depois, no que seria um golaço, viu a bola passar lambendo a trave direita, quando o relógio já chegava aos 40 minutos. Muricy mexeu tarde, mas tentou ganhar o jogo. Sacconi e Daniel entraram e deram trabalho pra defesa faltosa do Atlético.
Fim de jogo. Agora vem o Botafogo no sábado, para encerrar o primeiro turno na ponta da tabela. E depois de um jogo disputado como o de hoje, só resta aos jogadores descansar para o duelo do final de semana. O Atlético vem à São Paulo enfrentar aquele time lá, o sem estádio. O único que pode empatar com o Palmeiras é o Internacional, que joga fora contra o Santo André. O time gaúcho ainda tem dois jogos a menos, um deles contra o Galo. E foi isso, apesar de uma falha de Marcos e da péssima arbitragem, saímos de campo com a dignidade de um líder, que tem tudo para ser um campeão.
Créditos da foto: Terra/Futura Press.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
VERDÃO SÓ EMPATA COM O GRÊMIO NO PALESTRA
Hoje parecia que seria uma grande exibição. Foi, na verdade, um grande jogo, apesar dos pesares. Mas não terminou como queríamos. Os 30 minutos iniciais foram arrebatadores, o Palmeiras jogou muito, dominou, sufocou o Grêmio, mas perdeu muitas chances de gol. E logo quando fez, tomou, num erro da arbitragem e numa bobeira. No final da partida o zagueiro Réver saiu desmaiado de campo, após bater com a cabeça no chão, e mesmo sendo adversário, vamos torcer que nada de mais grave aconteça com esse bom zagueiro gremista.Um lindo Palestra Itália para recepcionar o líder do Brasileirão. Arquibancadas abarrotadas de verde e branco, uma bela festa. E o Palmeiras mostrou que queria recompensar o espetáculo da torcida. Um início arrasador, mas com excessivas chances desperdiçadas. Até que Cleiton Xavier, o melhor em campo, apareceu de surpresa e escorou de cabeça um belo cruzamento de Wendel. O gol trouxe o Grêmio para o jogo. E o juiz veio à tona. Num lance de falta, sim, mas em Ortigoza, a arbitragem simplesmente inverteu e o Grêmio bateu rápido. Ainda reclamando o Palmeiras deu uma bobeira incrível e deixou Maxi Lopez empatar a partida.
No segundo tempo Muricy voltou com Willians no lugar de Ortigoza. O paraguaio não vinha fazendo uma boa partida, mas o camisa 8, meu Deus! Desde que entrou em campo ele só fez lutar com a bola. O Grêmio voltou melhor, mais compactado, e o Palmeiras deu espaços, principalmente por errar muitos passes e pela desatenção de alguns, como por exemplo, Edmilson, que estava morto hoje. Ainda assim tivemos chances de desempatar. Entrou Jefferson e nada melhorou, pelo contrário.
Depois foi a vez de Marquinhos entrar. O baiano vindo de contusão na virilha entrou até com vontade, mas não pode fazer muita coisa. Mesmo tentando pressionar erramos muitos passes. E ainda que nos últimos minutos o Grêmio ficou com um a menos. Não por expulsão, e sim por contusão, e séria, do zagueiro Réver, ex-Paulista de Jundiaí. Em trombada com Diego Souza, Réver caiu com o rosto no chão. Vários minutos foram perdidos para o atendimento do jogador que pareceu sair desacordado de campo.
E foi isso. Não foi horrível nem foi bom, mas de certa forma serviu para quebrar qualquer salto alto que já pudesse ter pelos lados da Academia de Futebol. Em um campeonato de 38 rodadas é preciso ter muita concentração, tenho certeza que teremos. Agora só voltamos a jogar na quarta, contra o Atlético-MG no Mineirão, duelo importante para definir o campeão do primeiro turno. O jogo, que originalmente seria no domingo, foi transferido para quarta e será transmitido em TV aberta para todo o Brasil. Enquanto isso, muito treino e foco para essa sequência de campeonato, esmorecer jamais!
Créditos da foto: Terra.


